ponto de vista

toda vez que venho olhar o céu da varanda do quinto andar flerto em dar um flecheiro e mergulhar nesse incerto, eterno. e não que a eternidade não seja incerta. mas me conforta em pensar assim. talvez reencontros, fugas, silêncio e porque não paz. é o que espero…mas prefiro não pensar tão adiante, ou tãoContinuar lendo “ponto de vista”

de vergonha eu não morri…

tem parecido um sonho os últimos 8 anos. E cá estou, preso nos mesmos devaneios. tentando soltar da porra do meu chinelo aquela merda de boi que tava no meio do caminho, MAS COMO EU SOU TEIMOSO, eu fui de chinelo. Porra. Agora o que eu tenho feito? Botei o chinelo de molho, e nãoContinuar lendo “de vergonha eu não morri…”

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